Campanha de Prevenção da TVP: Reduzindo Riscos, Salvando Vidas PDF Imprimir E-mail

Campanha de Prevenção da TVP: Reduzindo Riscos, Salvando Vidas


 

Organizações

Aventis Pharma / Sociedade Brasileira de Cirurgia Vascular

Profissional Responsável

Antonio De Salvo

Assessoria Externa

ADS Assessoria de Comunicações Ltda.

Ano da Premiação

2003



OBJETIVOS

Nascida da fusão internacional das companhias Hoeschst Marion Roussel e Rhone Poulenc, concretizada em dezembro de 1999, a Aventis Pharma iniciou suas operações no mercado brasileiro no ano de 2000, com a meta de se tornar uma empresa sinônimo de inovação em ciências da vida.

Em 2002 já liderava o mercado farmacêutico nacional, com uma participação de quase 7%. Seus esforços e investimentos eram focados no desenvolvimento de novos medicamentos que contribuíssem para a prevenção e cura de doenças, bem como para a melhora da qualidade de vida das pessoas.

Um desses medicamentos, o Clexane®, além de ser utilizado na área cardiovascular, constituía-se no único produto que a ciência farmacêutica já desenvolvera para a prevenção e tratamento da trombose venosa profunda (TVP).

A TVP, entretanto, era uma doença ainda pouco conhecida, embora atingisse milhões de pessoas no mundo inteiro. Complexa e silenciosa, esta doença pode trazer sérias complicações quando não tratada de forma rápida e adequada. Consiste na interrupção do fluxo sanguíneo de uma veia, provocada pela formação de um coágulo – também chamado de trombo. Essa interrupção pode acometer uma veia superficial (quando, então, ocorre a TVS) ou profunda (TVP), sendo este segundo tipo o mais comum.

A principal conseqüência da TVP é a embolia pulmonar, que sucede quando um pedaço do trombo (coágulo) que se formou no interior das veias profundas da perna se desprende e atinge os vasos sanguíneos dos pulmões. Dependendo do volume que se tenha desprendido e da área atingida, o caso pode evoluir para a morte do paciente.

Nos Estados Unidos, cerca de 500 mil pessoas têm TVP anualmente, daí resultando 100 mil óbitos – número que supera, inclusive, o de mortes por acidentes de trânsito e aéreos naquele país.

Já no Brasil, onde os dados são mais escassos, a incidência constatada de TVP está na casa de 0,8 para cada mil habitantes, mas os especialistas acreditam que seja maior – pois se trata de uma doença cujos pacientes, em 50% a 80% dos casos, não apresentam seus principais sintomas, daí passar despercebida por muitos médicos.

Apesar da existência de algumas iniciativas visando à orientação e a conscientização de médicos e da população em geral, o Brasil ainda está longe da excelência dos programas de prevenção e tratamento desenvolvidos em países da Europa e América do Norte, por exemplo.

E, embora se trate de uma doença que pode causar graves complicações, a prevenção não apresenta maior dificuldade. Com base num questionário, o médico pode determinar com precisão o risco que um paciente tem de desenvolver a TVP e recomendar a profilaxia necessária. A avaliação do risco é muito simples, e o tratamento preventivo também.

A Aventis Pharma viu aí uma boa oportunidade para associar um objetivo mercadológico – tornar mais conhecida da classe médica e da população a TVP, o que inevitavelmente faria aumentar o número de pacientes tratados com o Clexane® – a uma prestação de serviço à comunidade. Propôs-se então a criar uma campanha de conscientização pública sobre a TVP, em grandes capitais brasileiras, que seria promovida pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

Por tratar-se de uma iniciativa na esfera da responsabilidade social, a Aventis Pharma se dispôs a investir bem mais do que faria apenas para tornar conhecido um produto. Mas, evidentemente, não poderia disponibilizar sozinha os recursos necessários para a conscientização plena de 170 milhões de brasileiros. Então, mais do que nunca, era necessário otimizar os resultados da campanha, fazendo as opções ideais para que ela atingisse o máximo possível de pessoas integrantes dos públicos-alvos.

Este foi o desafio enfrentado pela ADS Assessoria de Comunicações, incumbida pela Aventis Pharma da implementação da campanha.

ESTRATÉGIAS

A Aventis Pharma definiu como alvos da "Campanha Nacional de Prevenção da TVP" a classe médica e o público leigo de classe A e B, com idade superior a 20 anos (e, principalmente, de 35 anos em diante), de seis grandes capitais brasileiras: Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

O primeiro ano da campanha, 2002, serviria para aquisição de conhecimento e experiência, visando à sua formatação definitiva. Assim, resolveu-se circunscrever a montagem de estandes informativos e distribuição de folhetos à cidade de São Paulo, apoiadas por um forte esquema de assessoria de imprensa em todas as cidades escolhidas.

A ADS fez um cuidadoso levantamento de locais possíveis para a instalação desses estandes, indicando os prós e contras de cada um deles, os melhores horários para atuação das equipes, as necessidades de pessoal e infra-estrutura, etc. Em seguida, numa reunião com o cliente, foram acertados todos os detalhes, definindo-se que a campanha teria lugar nos shopping-centers Ibirapuera, Morumbi e Paulista, e nos aeroportos de Congonhas e Guarulhos.

Uma empresa especializada em promoções foi escolhida pela ADS como sua parceira, incumbida da instalação dos estandes e coordenação dos trabalhos das equipes que neles atuariam. A seleção dos promotores foi efetuada pela ADS, que também auxiliou no treinamento, proporcionado pela Aventis Pharma.

Especial atenção foi dada ao planejamento das ações de assessoria de imprensa, para que se desenvolvessem num crescendo e atingissem o auge durante o transcurso da campanha, reforçando os efeitos da distribuição de material informativo e amplificando-o, de forma a alcançar com suas mensagens os públicos não atingidos diretamente nos shoppings e aeroportos.

A campanha contou, ainda, com o apoio de publicidade em rádios, revistas e outdoors.

EXECUÇÃO

Antecedido de divulgação e contatos personalizados com a imprensa, o evento de lançamento da Campanha Nacional de Prevenção da TVP foi realizado no Hotel Mercure (SP), no dia 24 de setembro de 2002, com a participação de representantes da mídia escrita e eletrônica.

O trabalho de campo foi todo realizado em outubro e novembro. Os estandes informativos funcionaram aproximadamente 20 dias consecutivos em cada um dos três shopping-centers (Ibirapuera, Morumbi e Paulista), distribuindo folhetos e prestando esclarecimentos aos interessados, de segunda-feira a sábado, no período das 10 às 22 horas; e aos domingos, e das 14 às 20 horas.

Nos aeroportos de Congonhas e Guarulhos, por sua vez, o trabalho foi efetuado em cinco dias alternados cada, nos períodos das 6 às 12 horas, e das 15 às 21 horas.

Ao todo, foram abordadas 37.305 pessoas, sendo 10.665 no Shopping Ibirapuera, 10.270 no Shopping Morumbi, 7.616 no Shopping Paulista, 4.490 no Aeroporto Internacional de Guarulhos e 4.264 no Aeroporto de Congonhas. Além dessas 37.305 pessoas que se dispuseram a conversar com os promotores, houve também as que, apressadas, apenas receberam os folhetos; foram distribuídos aproximadamente 100 mil folhetos.

O ponto alto da campanha foi a receptividade encontrada nos veículos de comunicação, totalizando 1.540,5 cm de espaço obtido na mídia impressa e 10h e 51m na mídia eletrônica.

Entrevistas e reportagens enfocando a campanha mereceram grande destaque em veículos como a Folha de S. Paulo e a IstoÉ. Ao todo, a campanha foi noticiada em 22 jornais e revistas das cidades de Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo, bem como de outras localidades paulistas (municípios do ABC, interior e litoral).

Na mídia eletrônica, as entrevistas que mais repercutiram foram as veiculadas nos programas "Mais Você" da TV Globo (16’46’’) e "Dia-A-Dia" da TV Bandeirantes (35’). Outras entrevistas foram levadas ao ar pelas TVs Band Recife, Globo (Pernambuco), Aratu/SBT (Salvador), Cultura (SP), Educativa do RJ, Unifesp, Rede Mulher e Estação Saúde.

A campanha entrou na programação da rádio Eldorado (SP) com enorme destaque em duas ocasiões (10/09/02 e 18/11/02), totalizando 100 minutos de entrevistas. Também obteve espaços generosos nas rádios Metrópole/Salvador (40’29’’) e Rio de Janeiro (49’11’’), tendo sido noticiada em 21 emissoras de Belém do Pará, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Finalmente, a campanha também apareceu expressivamente em sites (M&M on line, Yahoo, Ciber Saúde, Hospitalar, Jornal da Cardiologia, Interfarma, Fonte Farma, etc.) e agências noticiosas (Agência Estado, O Estado de S. Paulo on line, Reuters on Line).

FORMA DE AVALIAÇÃO

Além dos dados obtidos em promoções públicas e divulgação jornalística, há avaliações em bases científicas da campanha. Foram realizadas em agosto/2003 pela Aventis Pharma, que contatou, aleatoriamente, em seus consultórios, médicos das especialidades que lidam com a TVP (cirurgia geral, cirurgia ortopédica e cirurgia vascular), até que fosse atingido o número de 100 conhecedores dessa iniciativa; a amostra acabou sendo de 108 profissionais.

Da mesma forma, foram procurados pacientes acima de 40 anos, com convênio, submetidos a cirurgias ou internados durante o período de veiculação da campanha (ou pessoas que cuidam desses pacientes), até que se atingisse o total de 82 conhecedores da campanha; a amostra ficou em 202 entrevistas.

RESULTADOS ALCANÇADOS

A Campanha Nacional de Prevenção da TVP foi avaliada pela Aventis Pharma como totalmente bem-sucedida, daí a decisão de realizar a II fase já no semestre seguinte (maio e junho de 2003), com foco em cirurgia e internações.

Aproveitando a experiência adquirida, pôde-se incorporar à campanha mais um shopping-center paulistano (o Higienópolis) e iniciar o trabalho no Rio de Janeiro (Barra Shopping e Shopping Rio Sul). O número de pessoas abordadas foi de 112.928, o triplo de 2002. E distribuíram-se 140 mil folhetos, 40% a mais do que na vez anterior.

A imprensa continuou dando uma firme contribuição para alertar a população sobre os riscos da TVP, tendo o trabalho de divulgação e marcação de entrevistas que a ADS efetuou resultado na obtenção de 2.655,5 cm de espaço na mídia impressa e 9h e 50m na mídia eletrônica.

Duas matérias dessa II fase obtiveram ampla repercussão na opinião pública: uma entrevista do cirurgião vascular Eduardo Ramacciotti à revista Isto É, que preencheu três páginas da edição de 28/05/03; e a participação do mesmo especialista no programa do Jô Soares, na TV Globo (20/08/03), totalizando 20 minutos.

O próprio Ramacciotti, na entrevista à Isto É, avaliou que "o aumento do fluxo nos consultórios está mostrando que a campanha tem surtido efeito, as pessoas têm nos procurado".

Além disso, na avaliação da campanha realizada pela Aventis em agosto/2003, entre outras constatações, verificou-se que 95% dos médicos conheciam a campanha, 90% costumavam fazer a avaliação de risco da TVP em seus pacientes, 97% costumavam adotar ação preventiva específica para evitar a TVP em seus pacientes, 80% eram favoráveis a esse tipo de campanha e 82% consideravam que a campanha poderia mudar a conduta da classe médica.

Já a avaliação realizada entre pacientes revelou que 41% tomaram conhecimento da campanha, 67% sabiam o que era a TVP, mas apenas 18% já haviam feito avaliação para saber se corriam o risco de ter a doença (dos quais 89% por solicitação do médico).

Talvez a constatação mais gratificante de todas tenha sido a de que, depois de verem a campanha, 15% dos entrevistados pediram ao seu médico que fizesse uma avaliação do risco de virem a ter a TVP; e que, em 83% desses casos, o médico atendeu o pedido.

Daí se depreende que vidas já foram salvas e pessoas deixaram de sofrer sérios danos à saúde em razão das duas campanhas de prevenção da TVP realizadas. Além disso, o sucesso da iniciativa e a receptividade encontrada junto à imprensa e a várias instituições estão sendo consideradas pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular e a Aventis Pharma como argumentos decisivos para a continuação e ampliação da campanha em 2004, de forma a maximizar seus benefícios à comunidade.

EXEMPLO DE MATERIAL DIVULGADO

Campanha de TVP orienta população sobre os riscos da doença

Quando se fala em cuidados com a saúde, prevenção ainda é o melhor remédio. É seguindo à risca esse conceito que a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), em parceria com a Aventis Pharma, inicia este mês a 2ª etapa da Campanha Nacional de Prevenção da TVP – Trombose Venosa Profunda "TVP – Tem mais Vida quem Previne".

Com grande repercussão no ano passado, quando milhares de pessoas em todo o Brasil puderam receber informações sobre a doença e saber da sua importância, a Campanha tem como objetivo esclarecer a população quanto aos riscos que a TVP oferece, mostrando as características da doença, os fatores que podem desencadear o seu desenvolvimento e as formas de prevenção e tratamento.

A campanha deste ano seguirá a mesma linha de abordagem adotada no ano passado, mantendo ações voltadas à população e outras específicas para médicos e profissionais da área de saúde. Nas mensagens serão destacadas, desta vez, as situações em que o paciente deve pedir ao médico para avaliar o seu risco de TVP, como por exemplo em casos de uma cirurgia ou de uma internação.

O trabalho de conscientização junto ao público inclui a distribuição de 140 mil folhetos sobre a doença durante ações que irão acontecer em aeroportos e shopping centers, além de anúncios em revistas de grande circulação, mais de 500 inserções em rádios e quase 400 outdoors espalhados nas principais capitais do País.

Uma das novidades previstas para este ano será a realização de palestras explicativas em empresas e convênios de saúde, que tem como proposta possibilitar a mais pessoas conhecer os detalhes da doença e de suas conseqüências e, paralelamente, contribuir para a melhoria da qualidade de vida da sociedade. Outra forma de orientar a população sobre a TVP, adotada pela campanha, é pelo site http://www.riscotvp.com.br, que traz informações sobre todo o processo de desenvolvimento da doença. Nesse site as pessoas encontram explicações sobre os sintomas, fatores de risco, diagnósticos e tratamentos disponíveis, complicações que podem ocorrem no organismo e meios de prevenção do problema. Uma outra mudança na campanha diz respeito ao público alvo que para esta nova etapa foi ampliado, passando de pessoas acima de 45 anos para acima de 35 anos.

"Queremos elevar em pelo menos 40% o número de abordados durante esta 2ª etapa da campanha. Em contatos diários com pacientes é possível notar um maior interesse deles em entender o que é a TVP e quais as chances de serem acometidos pelo problema. Isso confirma o sucesso do trabalho realizado na 1ª etapa, e ao mesmo tempo, prova que a melhor maneira de combater a doença é saber tudo sobre ela, já que o diagnóstico envolve diversos fatores. Quando bem informado, o paciente questiona mais e valoriza a necessidade de prevenção", explica o Dr. Eduardo Ramacciotti, professor da disciplina de Angiologia e Cirurgia Vascular da Faculdade de Medicina do ABC e um dos coordenadores da Campanha pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

A campanha de prevenção nacional da TVP faz parte também de um processo de educação continuada dos médicos que é desenvolvido pela SBACV. No ano passado, a entidade elaborou um Projeto Nacional de Profilaxia de Trombose Venosa Profunda, baseado em um protocolo informatizado, para auxiliar os médicos na hora de classificação de risco de um pacientes ser atingido pela doença. A próxima fase agora é intensificar a disseminação das informações e a conscientização sobre os resultados que se pode obter com a profilaxia.

O que é TVP

Pouco conhecida pela população, porém responsável por milhares de mortes todos os anos, a TVP é uma doença complexa e silenciosa, que pode trazer sérias complicações quando não tratada de forma rápida e adequada. Ela consiste na interrupção do fluxo sanguíneo de uma veia, provocada pela formação de um coágulo – também chamado de trombo. Essa interrupção pode acometer uma veia superficial (doença conhecida como TVS) ou profunda (TVP), sendo este segundo tipo, o mais comum.

A principal conseqüência da TVP é a Embolia Pulmonar. Esta ocorre quando um pedaço do trombo (coágulo) que se formou no interior das veias profundas da perna se desprende e atinge os vasos sanguíneos dos pulmões. Dependendo do volume que se desprendeu e da área atingida, o caso pode evoluir para a morte do paciente.

Ao analisar as estatísticas existentes a respeito da doença é possível perceber que os casos de óbitos decorrentes da TVP são mais comuns do que se pensa, principalmente se levarmos em conta os números registrados por países que já adotam ações de prevenção da doença. Nos Estados Unidos, por exemplo, são 100 mil óbitos registrados todos os anos, todos decorrentes de embolia pulmonar, e 120 novos casos de TVP a cada 100 mil habitantes. Este índice chega, inclusive, a ser superior ao número de mortes por acidentes (de trânsito ou aéreos), que totalizam cerca de 97.000 por ano, segundo a National Vital Statistics Reports. Na Suécia, a incidência de novos casos é ainda maior chegando a 160 pacientes em cada 100 mil habitantes por ano.

Apesar de iniciativas que visam a orientação e a conscientização de médicos e da população em geral, como é o caso da campanha "TVP – Tem mais Vida quem Previne", o Brasil ainda caminha a passos lentos, se comparado aos programas de prevenção e tratamento estabelecidos em países da Europa e América do Norte. As estatísticas obtidas até hoje pouco retratam a verdadeira situação do problema no País. Em um dos levantamentos mais recentes, foram identificados apenas 60 casos por ano a cada 100 mil habitantes, número que até seria positivo, garantem os especialistas, se não fosse errôneo, já que no país a capacidade de diagnóstico da doença é menor, pois, por ser uma doença silenciosa, ou seja, em 50% a 80% dos casos os pacientes não apresentam seus principais sintomas, a TVP acaba passando despercebida por muitos médicos.

Como a doença se desenvolve

Antes de saber como a formação de um trompo (coágulo) evolui para uma TVP, é importante conhecer um pouco da fisiologia do corpo humano. Inicialmente, vale lembrar que veias e artérias têm funções diferentes no organismo apesar de ambas servirem para transportar o sangue. Uma trombose venosa tem sua origem sempre nas veias, sejam elas profundas ou superficiais.

Outro ponto que também deve ser mencionado diz respeito ao papel que os coágulos desempenham no corpo. Integrados ao sistema de defesa do organismo, os coágulos entram em ação sempre que ocorre algum corte ou lesão, servindo para estancar o sangue e evitar hemorragias. Sem o sistema de coagulação, um simples ferimento poderia ser fatal para o ser humano. O que difere o trombo originado do sistema de coagulação natural de uma TVP é a formação irregular do coágulo em local e momento inadequados que ocorre no segundo caso.

O sangue circula nas artérias devido a força de contração do coração e é distribuído até os vasos capilares levando oxigênio e alimento para os diversos tecidos, e ao mesmo tempo, recolhendo certos detritos, incluindo o gás carbônico. Ao receber o sangue drenado pelos capilares, as veias têm a missão de levar esse sangue de volta ao coração para, em seguida, se renovado nos pulmões. As veias dos membros inferiores dispõem de pequenas válvulas de sentido único, que permitem que o sangue chegue até o coração contra a ação da gravidade. Isso ocorre graças a ação da musculatura das panturilhas que, ao se contrair, pressiona as veias profundas empurrando o sangue no sentido do coração, obrigando-o a subir.

A Trombose Venosa Profunda acomete em aproximadamente 90% dos casos as veias das pernas, em especial da região da panturrilha, apresentando sintomas como dor, inchaço, edemas, aumento da temperatura e, em situações mais graves, palidez e coloração azulada. A formação desse tipo de coágulo ocorre quando há uma redução do fluxo sanguíneo do organismo e/ou liberação de substâncias pró-coagulantes, em função de longos períodos de repouso, cirurgias, hospitalizações, viagens longas e deficiências que impeçam a locomoção.

No caso das tromboses ocorridas em longas viagens, quando permanecemos sentados ou imóveis por muito tempo, esse processo sofre algumas alterações: as veias profundas das pernas podem ser comprimidas pelo peso do próprio corpo contra o assento, além da falta de movimento da musculatura associada à ação da gravidade comprometer a circulação sanguínea venosa. Esta combinação de fatores, sobretudo, quando associada com outros como desidratação, uso de certos medicamentos e determinada predisposição genética, pode levar à formação de trombos (coágulos) dentro das veias profundas, ocorrendo assim uma Trombose Venosa Profunda.

As tromboses desenvolvidas em ambiente hospitalar têm múltiplos fatores que predispõem ou desencadeiam este processo. A longa permanência em repouso no leito, imobilizações ou paralisias, a ação dos anestésicos, o uso de cateteres venosos, as cirurgias maiores, os traumas e queimaduras e as infecções graves podem funcionar como desencadeantes em pacientes já portadores de patologias ou circunstâncias que facilitam o aparecimento da TVP, como o câncer, as doenças inflamatórias intestinais, a existência de varizes grossas, o infarto agudo do miocárdio, a insuficiência cardíaca, algumas doenças renais, o uso de hormônios, a idade acima dos 40 anos e a obesidade.

Assim que o coágulo surge no interior das veias profundas, ele começa a se desenvolver ganhando proporções maiores que poderão lesar as válvulas da veia e, ao mesmo tempo, obstruir a passagem do sangue. Estas válvulas, que ajudam no retorno do sangue, quando danificadas não funcionam corretamente e propiciam uma estase do sangue nessa região. É bastante comum também acontecer o desprendimento total ou parcial do coágulo, que passa, então, a percorrer a corrente sanguínea venosa, podendo chegar ao pulmão. Dependendo do tamanho do coágulo, o mesmo pode ficar preso na circulação deste órgão impedindo a passagem do sangue, o que resultará em uma embolia pulmonar que pode até evoluir para o óbito, dependendo da extensão atingida.

Além da emboliar pulmonar, existe uma outra conseqüência da TVP que surge 2 a 5 anos após a doença chamada Síndrome Pós-Flebitica, decorrente principalmente da lesão das válvulas venosas e caracterizada pela formação de úlceras nas pernas, inchaço e dor vespertina, incapacitando o paciente no que diz respeito ao exercício de suas atividades sócio-econômicas.

Diagnóstico requer análise cuidadosa

Para entender como funciona a TVP e, mais ainda, identificar as situações propícias para o desenvolvimento da doença em seus diferentes graus é preciso conhecer e avaliar os fatores de risco individuais e as situações que predispõem ao desenvolvimento da doença. Para tanto, é adotada pela SBACV uma classificação de risco específica para trombose venosa profunda que pode ajudar a classe médica na identificação de pacientes que necessitam fazer a prevenção para TVP. Tal cuidado é necessário porque são muitas as possibilidades da TVP se manifestar em cada paciente, tudo depende das circunstâncias desencadeantes e dos fatores que o predispõe à doença.

É essa combinação de situações e fatores que determinará o grau de risco no qual paciente está enquadrado. Por exemplo, uma mulher na faixa dos 35 anos que se submete a uma cirurgia plástica da face e não tem outros fatores que a predisponham à doença, será durante a avaliação para profilaxia classificada como risco baixo. No entanto, uma outra mulher com 40 anos, que tome anticoncepcional, apresente obesidade, varizes e histórico de TVP na família e seja submetida a uma cirurgia plástica abdominal, certamente correrá um risco bem maior de desenvolver a doença, estando, neste caso, indicada uma prevenção de maior intensidade.

Como é possível notar, diferentemente de algumas doenças em que o desenvolvimento ocorre de forma bem parecida na maioria dos pacientes, a TVP exige uma análise individual mais cuidadosa por parte dos médicos, já que os fatores de risco devem ser avaliados em cada paciente.

A Trombose Venosa Profunda nem sempre apresenta sinais iniciais que ajudem a identificar a sua presença, isto pode levar, em muitos casos, ao diagnóstico tardio ou mesmo à falta do diagnóstico da doença. Estatísticas mostram, por exemplo, que 63% dos casos de embolia pulmonar (principal complicação precoce da TVP) que atingem a população não recebem um diagnóstico correto, sendo ignoradas ou confundidas com outras patologias.

A profilaxia, portanto, tem papel fundamental para o combate à TVP. A análise da situação em que se encontra o paciente associada aos fatores de risco que o mesmo esteja sujeito deve ser feita sempre que houver a necessidade de cirurgias e internações. O Protocolo de Profilaxia de Trombose Venosa Profunda é uma ferramenta que pode auxiliar o médico na avaliação de risco e na adoção de medidas preventivas.

Os cuidados, no entanto, não podem se restringir apenas ao período de hospitalização, já que muitos pacientes só desenvolvem a doença após a alta hospitalar. Por isso, é importante que a pessoa esteja sempre atenta aos sintomas e possíveis sinais da doença, procurando imediatamente um médico caso note alguma alteração no organismo.

O diagnóstico é feito pela avaliação das possibilidades da trombose ocorrer, pelo exame físico e pelo uso de alguns exames complementares. Atualmente, a medicina dispõe de vários desses exames como ultrassom, ecodopplerometria, pletismografia, ressonância nuclear magnética e, eventualmente, flebografia. Há, ainda, o ecodoppler venoso que cada vez mais vem se constituindo no exame de primeira escolha para confirmar a TVP, por não ser invasivo e de mais fácil realização.

As formas de tratamento

Identificada a doença, o tratamento consiste em medidas gerais que incluem o repouso com os membros inferiores elevados acima do nível do coração e terapia específica com anticoagulantes. Estas medidas tem a função de, ao aumentar a velocidade da circulação venosa (elevação das pernas) e diminuir a capacidade de coagulação do organismo (anticoagulantes), impedir que o trombo (coágulo) continue progredindo, evitando, assim, os riscos de complicações da doença.

Uma das substâncias anticoagulantes disponíveis para o tratamento da TVP é a heparina. Ela pode ser utilizada na versão não fracionada, por via intravenosa, administrada em geral nos hospitais (esta versão exige o uso contínuo e exames laboratoriais para que a dose do medicamento seja controlada), como também na versão de baixo peso molecular, por via subcutânea, que além de dispensar a necessidade de exames laboratoriais, permite, em muitos casos, que o tratamento seja feito em casa. O tratamento com heparina é seguido por terapias com anticoagulantes orais, que podem durar por 3 a 6 meses ou até por mais tempo, de acordo com a orientação médica.

Há, ainda, outros tipos de tratamentos para a trombose venosa profunda, como o uso de fibrinolíticos (substâncias que dissolvem o trombo) e cirurgia (trombectomia retirada cirúrgica do trombo), porém ambos são restritos a casos especiais e de evolução não favorável com o tratamento convencional.

Uma última opção seria o tratamento através da colocação de filtros na veia maior e mais próxima do coração, a veia cava. Estes filtros deixam escoar o sangue, mas impedem a passagem dos trombos para o pulmão. Sua maior indicação são as tromboses e embolias pulmonares de repetição ou nos casos de contra-indicação dos anticoagulantes.

O que fazer para evitar a TVP – Dicas importantes

1- Na sua vida diária e em viagens

Realizar atividades físicas diariamente como pequenas caminhadas (sempre com a orientação de um profissional);

Manter-se hidratado;

Procurar ter uma alimentação adequada;

Não permanecer muitas horas sentado ou em pé;

Em casos de viagens longas, mexer os pés e as pernas enquanto permanecer sentado;

Durante o trabalho, fazer pequenas paradas para movimentar pernas e braços;

Não utilizar ou utilizar com moderação bebidas alcoólicas;

Preferir roupas confortáveis e mais largas, principalmente durante as viagens;

Usar, quando recomendado pelos médicos, meias de compressão elástica, principalmente pessoas com insuficiência venosa e/ou varizes;

Fazer um acompanhamento e tratamento médico quando for portador de varizes;

Em algumas circunstâncias, sob estrito controle e indicação médicas, fazer uso de substâncias anticoagulantes;

2- No caso de internação clínica ou cirúrgica

Submetida a alguma cirurgia ou internação clínica, a pessoa deve sempre conversar com seu médico e pedir uma avaliação de risco tromboembólico para que, se necessário, possam ser adotadas as medidas de prevenção;

Para os pacientes que já tiveram episódios prévios de TVP ou casos familiares este procedimento é primordial.

O uso de hormonioterapia deve também ser sempre informado ao médico assistente.

Relatório de Centimetragem

Mídia Impressa

Data

Veículo

Tiragem

Cm/Col

Valor

Fev/2003

Revista Melhor – Vida & Trabalho (São Paulo)

38.000

108,0

R$ 10.260,00

12/05/03

Diário de São Paulo

(São Paulo)

200.000

30,0

R$ 2.220,00

18/05/03

Jornal Expresso Popular

(Santos)

30.000

40,0

R$ 1.320,00

21/05/03

Jornal de Brasília

(Brasília)

15.000

34,0

R$ 2.380,00

28/05/03

Revista Istoé

(São Paulo)

420.000

216,0


01/06/03

Jornal do Commercio

(Recife)

50.000

73,0

R$ 13.432,00

06/06/03

Diário de Pernambuco

(Recife)

36.600

17,5

R$1.855,00

06/06/03

Estado de Minas

(Belo Horizonte)

160.000

15,0

R$ 1.395,00

14/06/03 a

27/06/03

Jornal da Zona Leste

(São Paulo)

40.000

57,0

R$ 490,00

15/06/03

Jornal da Cidade

(Jundiaí)

22.000

30,0

R$ 1.080,00

15/06/03

Jornal do Commercio

(Recife)

50.000

8,5

R$ 1.564,00

19/06/03

Jornal São Paulo Shimbun (São Paulo)

30.000

69,0

R$ 468,00

23/06/3 a 06/07/03

Jornal Marco Zero

(São Paulo)

40.000

60,0

R$ 516,00

25/06/03

O Liberal

(Americana)

17.000

91,0

R$ 1.274,00

25/06/03

Revista Istoé

(São Paulo)

420.000

11,0


29/06/03

A Folha

(São Carlos)

3.800

328,0

R$ 6.888,00

02/07/03

Folha da Região

(Araçatuba)

13.000

187,5

R$ 2.156,00

03/07/03

Correio da Bahia

(Salvador)

30.000

52,0

R$ 4.576,00

04/07/03

A Folha

(São Carlos)

3.800

164,0

R$ 3.444,00

05/07/03

Jornal de Brasília

(Brasília)

15.000

125,0

R$ 8.750,00

07/07/03

Jornal de Jundiaí

(Jundiaí)

8.000

258,0

R$ 6.966,00

09/07/03

Diário da Região

(São José do Rio Preto)

26.690

259,0

R$ 7.252,00

10/07/03

Folha de Londrina

(Londrina)

32.000

63,0

R$ 2.079,00

13/07/03

Diário do Grande ABC

(Santo André)

31.000

103,0

R$ 28.407,40

16/07/03

Revista Istoé Dinheiro

(São Paulo)

99.500

225,0


Julho/ agosto 2003

Revista New Cor

10.000

31,0

R$ 3.000,00

Total 2.655,5 cm

R$ 111.772,00

Relatório de Clipping Eletrônico

Data

Veículo

17/02/03

Interfarma

12/05/03

Propaganda e Marketing

19/05/03

Ciber Saúde

16/05/03

Saúde Business

19/05/03

Hospitalar

22/05/03

Saúde News Journal

24/05/03

Alerta Médico

23/06/03

Jornal da Cardiologia

10/07/03

Saúde News Journal

11/07/03

Agência Estado

16/07/03

Saúde News Journal

23/07/03

Agência Estado

28/07/03

Site Sosni

06/08/03

Ciber Saúde

07/08/03

Seu Doutor

08/08/03

Revista Brasileira de Medicina

08/08/03

Saúde News Journal

08/08/03

Medicina S/A

Rádios

Data

Veículo

Minutagem

Valor

17/05/03

Rádio Nacional (Rio de Janeiro)

4’50’’

R$ 715,00

19/05/03

Rádio América (São Paulo)

12’55"

R$ 15.260,00

20/05/03

Rádio Globo (São Paulo)

7’53"

R$ 48.700,00

20/05/03

Rádio Eldorado (São Paulo)

29’53"

R$ 20.227,00

22/05/03

Rádio CBN (Rio de Janeiro)

5’09"

R$ 1.642,00

24/05/03

REPRISE - Rádio CBN

(Rio de Janeiro)

5’09"

R$ 1.642,00

26/05/03

Rádio Bandeirantes

( Porto Alegre)

10’43"

R$ 2.131,00

27/05/03

Rádio Inconfidência

( Belo Horizonte)

11’12"

R$ 1.652,00

29/05/03

Rádio América ( São Paulo)

12’05"

R$ 14.260,00

30/05/03

Rádio Gazeta (São Paulo)

8’21"

R$ 8.381,00

02/06/03

Rádio Trianon (São Paulo)

25’01"

R$ 10.816,00

03/06/03

Rádio Cidade (Jundiaí)

10’00"

R$ 1.180,00

03/06/03

Rádio Bandeirantes (Campinas)

11’25"

R$ 2.965,00

04/06/03

Rádio News (São Paulo)

6’52"

R$ 8.120,00

05/06/03

Rádio Cultura (São Paulo)

6’32"

R$ 2.238,00

05/06/03

Rádio Itatiaia (Belo Horizonte)

5’21"

R$ 1.738,00

09/06/03

Rádio Metrópole (Salvador)

4’03"

R$ 318,00

09/06/03

Rádio CBN ( Brasília)

4’50"

R$ 1.820,00

11/06/03

Rádio Atual ( São Paulo)

11’06"

R$ 1.310,00

16/06/03

Rádio Nacional ( São Paulo)

18’10"

R$ 2.680,00

16/06/03

Rádio Capital ( São Paulo)

7’37"

R$ 12.000,00

30/06/03

Rádio Globo (São Paulo)

7’49"

R$ 15.000,00

03/07/03

Rádio Rio de Janeiro

(Rio de Janeiro)

55’01"

R$ 5.193,00

04/07/03

Rádio Cidade (Jundiaí)

6’30"

R$ 768,00

06/07/03

Rádio CBN (São Paulo)

13’11"

R$ 34.932,00

10/07/03

Rádio Educadora da Bahia (Salvador)

4’05"

R$ 522,00

10/07/03

Rádio CBN (Campinas)

2’45"

R$ 717,00

16/07/03

Rádio Bandeirantes ( Porto Alegre)

9’13"

R$ 1.831,00

17/07/03

Rádio Guarani

( Belo Horizonte)

2’05"

R$ 242,00

21/07/03

Rádio Trianon ( São Paulo)

20’29"

R$ 8.866,00

22/07/03

Rádio Trianon (São Paulo)

20’36"

R$ 8.902,00

24/07/03

Rádio Transamérica(S. Paulo)

6’44"

R$ 7.164,00

28/07/03

Rádio Boas Novas ( Recife)

5’40"

R$ 670,00

07/08/03

Rádio CBN (Rio de Janeiro)

12’

R$ 3.824,00

07/08/03

Rádio Globo (São Paulo)

8’20"

R$ 15.974,00

Total

R$ 264.400,00

Televisão

Data

Veículo

Minutagem

Valor

19/05/03

SBT ( Rio de Janeiro)

2’

R$ 6.879,00

29/05/03

TV Globo ( Salvador)

20’

R$ 45.745,00

16/06/03

TV Bandeirantes ( São Paulo)

15’45"

R$ 322.400,00

18/06/03

TV CNT ( Rio de Janeiro)

10’

R$ 21.870,00

23/06/03

Rede Super - Programa Alô Doutor ( Belo Horizonte)

48’

R$ 10.000,00

24/06/03

TV Record ( Belo Horizonte)

2’46"

R$ 4.346,00

02/07/03

Rede TV (São Paulo)

20’29"

R$ 57.226,00

04/07/03

TV Educativa – Tv Revista

( Salvador)

4’03"

R$ 5.337,00

05/07/03

TV Educativa - Notícias

( Salvador)

4’03"

R$ 5.337,00

09/07/03

TV Educativa ( Belo Horizonte)

2’20"

R$ 3.151,00

14/07/03

Jornal do SBT (São Paulo)

3’08"

R$ 154.166,00

22/07/03

TV Gazeta ( São Paulo)

22’42"

R$ 86.386,00

20/08/03

TV Globo - Jô Soares (Gravação) – São Paulo

20’

R$ 345.858,00

24/08/03

Canal 14 - TV SIMESP

20’

R$ 9.834,00

Total

R$ 1.078.535,00

Relatório de Centimetragem

Mídia Impressa

VEÍCULO

DATA

CM/COL

VALOR

A FOLHA

25/09

66

R$ 1.386,00

A FOLHA

02/10

320

R$ 6.720,00

A TRIBUNA

21/09

5,5

R$ 275,00

CORREIO DA BAHIA

19/10

84

R$ 7.392,00

CORREIO DO POVO

01/10

46

R$ 4.949,60

CORREIO RIOGRANDENSE

09/10

14

R$ 1.297,20

DIÁRIO DE SÃO PAULO

02/10

78

R$ 42.900,00

DIÁRIO DO GRANDE ABC

25/09

35

R$ 9.653,00

O ESTADO DO PARANÁ

09/10

80

R$ 14.000,00

O PIONEIRO

24 E 25/08/02

19

R$ 570,00

FOLHA DE SÃO PAULO

25/09

7,5

R$ 3.990,00

FOLHA DE SÃO PAULO

02/09

60

R$ 31.920,00

GAZETA MERCANTIL

30/09

8

R$ 2.292,00

JORNAL EXPRESSO POPULAR


114

R$ 1.881,00

JORNAL DA ORLA

15/09

33

R$ 693,00

JORNAL DE GRAMADO

30/08

61

R$ 1.738,50

JORNAL DO NIKKEY

01/10

70

R$ 1.155,00

O REGIONAL

04/10

130

R$ 1.170,00

SÃO VICENTE JORNAL

04/09

60

R$ 1.320,00

GUIA DA FARMÁCIA

24/09

12,5

R$ 450,00

ISTOÉ

04/12

81

R$ 47.198,70

REVISTA NOTE E ANOTE

15/11

100

R$ 7.860,00

SANTA CASA NOTÍCIAS

NOV/2002

56

R$ 1.747,20

TOTAL


1.540,5 cm

R$ 192.558,20

Relatório de Minutagem

Mídia Eletrônica

VEÍCULO

DATA

MINUTAGEM

VALOR

RÁDIO AMÉRICA

30/09

33’26’’

R$ 40.120,00

RÁDIO AMÉRICA

02/12

8’45’’

R$ 6.256,25

RÁDIO AMÉRICA BH

11/10

17’02’’

R$ 1.022,00

RÁDIO BOAS NOVAS - RECIFE

11/10

4’25’’

R$ 3.091,60

RÁDIO BRAS

28/11

4’25’’

R$ 1.024,60

RÁDIO CBN

04/10

10’22’’

R$ 21.562,70

RÁDIO CBN BH

10 E 11/10

17’02’’

R$ 6.132,02

RÁDIO CBN RECIFE

16/10

7’53’’

R$ 804,10

RÁDIO CBN RIO

18/10

12’49’’

R$ 24.684,00

RÁDIO CAPITAL

03/10

4’46’’

R$ 7.626,60

RÁDIO CAPITAL

07/10

2’54’’

R$ 4.640,00

RÁDIO CLUBE AM

26/08

7’18’’

R$ 70,18

RÁDIO CULTURA

09/10

2’08’’

R$ 746,24

RÁDIO CULTURA

14, 15 E 17/10

6’48’’

R$ 2.378,64

RÁDIO CULTURA

31/10

17’25’’

R$ 6.092,35

RÁDIO CULTURA – BELÉM DO PARÁ

09/10

2’08’’

R$ 329,60

RÁDIO CAPITAL


4’46’’

R$ 6.026,00

RÁDIO ELDORADO

10/09

40’

R$ 29.920,00

RÁDIO ELDORADO

18/11

60’

R$ 44.880,00

RÁDIO GLOBO

28/10

9’30’’

R$ 20.480,00

RÁDIO GUARUJÁ AM

26/09

32’38’’

R$ 1.784,80

RÁDIO JOVEM PAN AM

24/09

4’10’’

R$ 9.750,00

RÁDIO METRÓPOLE – SALVADOR

11/07

40’29’’

R$ 2.429,00

RÁDIO NACIONAL RJ

19/11

8’35’’

R$ 274,60

RÁDIO NACIONAL RJ

01/10

8’22’’

R$ 267,70

RÁDIO RIO DE JANEIRO

31/10

49’11’’


RÁDIO TRIANON

03/10

16’00’’

R$ 7.040,00

AN TV ARATU – SALVADOR

18/10

3’30’’

R$ 1.674,00

BOM DIA PERNAMBUCO – TV GLOBO

17/10

7’22’’

R$ 6.188,00

DIA DIA – TV BANDEIRANTES

04/10

35’

R$ 337.750,00

DIÁRIO PAULISTA – TV CULTURA


2’50’’

R$ 17.555,00

MAIS VOCÊ – TV GLOBO

15/10

16’46’’

R$ 290.176,00

MATÉRIA PÚBLICA – TV CULTURA

01/10

7’56’’

R$ 33.796,00

PROGRAMA ESTAÇÃO SAÚDE

15/11

27’32’’

R$ 68.475,00

PROGRAMA VIVER MELHOR – TV BAND RECIFE

15/10

11’18’’

R$ 7.955,00

REDE MULHER

25/09

3’30’’

R$ 9.800,00

TV EDUCATIVA - RJ

22/10

13’31’’

R$ 18.247,50

TV UNIFESP – PROGRAMA ESTÚDIO VIDA

28, 30 E 31/10 E 01/11

60’57’’

R$ 59.426,25

TV UNIFESP – PROGRAMA ESTÚDIO VIDA

01/11

23’30’’

R$ 22.912,50

TOTAL


10h 51min 36seg

R$ 1.123.388,23

TOTAL (MÍDIA IMPRESSA E  MÍDIA ELETRÔNICA)

2002 / 2003

R$ 2.770.653,43

Transcrição adaptada dos registros existentes no CONRERP 2ª Região – São Paulo/Paraná

 


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